Cepel convida especialistas do Grupo Eletrobras para apresentar o conceito de “Parcela Variável” para colaboradores

Reforçando seu compromisso com a capacitação do seu corpo técnico, o Cepel convidou Mariana Garcia Leal, da Eletrobras, Cláudio Pegado de Araújo, da Chesf, e Anderson Amaral Bittencourt, de Furnas, especialistas do Grupo Eletrobras em Parcela Variável (PV), para palestrar sobre o tema e instruir os colaboradores quanto ao assunto, que ocasiona impacto financeiro nas Empresas Eletrobras e no setor elétrico em geral. O evento ocorreu de modo on-line, no dia 11 de dezembro, e contou com a presença dos diretores do Cepel Fabiana Teixeira, diretora-geral, e Maurício Lisboa, diretor de Tecnologia.  

A PV é um desconto sobre a remuneração mensal das concessionárias de transmissão devido à indisponibilidade da instalação. Hoje o serviço público de transmissão é aferido por meio de indicadores associados à disponibilidade dos ativos (equipamentos da rede básica, como os transformadores), e a capacidade operativa de cada função do sistema de transmissão. A parcela variável é, portanto, deduzida da receita da transmissora em função da não prestação adequada do serviço público de transmissão.  

No decorrer do evento, foram apresentados outros conceitos básicos do mercado ao se referir às PVs, como RAP (receita anual permitida), PB (pagamento base), capacidade contratada e FT (função de transmissão). Para o corpo técnico do Centro, é essencial conhecer o assunto para assim poder aprimorar as tecnologias desenvolvidas para operação e gestão de ativos de transmissão.  

Hoje, por exemplo, o Cepel tem disponível no mercado, inclusive nas Empresas Eletrobras, o Sinape.Net, software que fornece dados precisos sobre a localização de faltas usando oscilografias. O registro e análise das informações coletadas durante essas ocorrências é essencial para a evolução da segurança e da confiabilidade no sistema. Os dados coletados pelo Sinape.Net podem ficar disponíveis na sala de controle, permitindo às equipes terem um tempo de reação menor para contornar as falhas. 

Além disso, o Cepel também possui o SAGE, uma solução escalável para supervisão e controle já consolidada no setor elétrico brasileiro. Com o SAGE, os sistemas elétricos de potência têm seu funcionamento supervisionado 24 horas por dia por meio de sistemas SCADA/EMS, que realizam ajustes automáticos e trazem informações e orientações para os operadores dos centros de controle. Como resultado, é possível explorar a fundo os recursos dos sistemas elétricos sem comprometer a segurança da operação. 

O Cepel também desenvolve os modelos elétricos setoriais que podem simular os circuitos que representam a malha de transmissão e otimizar o desligamento de linhas de transmissão, diminuindo assim a PV das empresas.

Os eventos como a palestra “Parcela Variável: compreendendo o significado, calculando impactos e estratégias para redução”, realizados no Cepel, destacam a preocupação com a produção de trabalhos alinhados às reais necessidades do mercado. No decorrer do evento, Cláudio Pegado de Araújo destacou a importância do encontro com os colaboradores do Cepel, que pode gerar valiosos projetos adicionais à carteira de projetos que o Cepel tem com a Eletrobras: 

“Eu, particularmente, tenho muitas expectativas dos resultados que podem sair, pois existem muitas coisas que podem ser feitas. A regra é complexa [sobre as PVs na prática], mas existem muitas coisas que podem ser desenvolvidas tanto ao nível de sistema, tanto ao nível de monitoramento, tanto ao nível de técnicas, ou seja, muitas coisas. Eu tenho realmente essa expectativa, fico bem animado.” 

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